O povo hebreu descendente de Abraão no Egito passou a sofrer
perseguição por parte do Faraó porque estava crescendo muito, e poderiam
ameaçar o poder. Faraó promulgou uma lei para matar todas os meninos hebreus
até dois anos de idade. Desesperada, a mãe de Moisés preferiu colocar o menino
no rio em um cesto do que vê-lo morrer pela espada de um soldado egípcio.
A filha de Faraó tomava banho por perto e adotou a criança
quando suas servas a viram descendo rio abaixo. A irmã mais velha de Moisés,
que havia ficado às margens acompanhando o cesto, ouviu a moça dizendo que
precisava de uma ama hebreia para cuidar da criança até a idade que pudesse
morar definitivamente no palácio. A menina disse que tinha esta pessoa, e
apresentou-lhe a sua própria mãe.
Moisés cresceu no palácio, aprendendo toda a educação egípcia.
Tornou-se praticamente um egípcio, mas lembrando-se que era hebreu de
nascimento.
Tanto é que se envolveu entre uma perseguição de um oficial
egípcio com um hebreu, matando o soldado. Contudo, numa outra oportunidade, viu
dois hebreus lutando entre si, e interviu novamente, porém um dos homens
perguntou-lhe se queria matar um hebreu assim como matara o egípcio.
Moisés entendeu que aquele sentimento de defesa dos fracos e dos
perseguidos que estava dentro dele por vezes seria mal interpretado. O
histórico psicológico dele desde o nascimento fora assim. E é assim quando Deus
tem um chamado na vida de um homem, mas nem sempre este homem compreende o
chamado divino em sua vida.
Fugiu para o deserto porque Faraó ordenou aos soldados egípcios
que o matassem. Quem sabe ele foi acusado de traição, afinal fora adotado e
criado pela filha dele no palácio, instruído com toda a ciência e conhecimento do
Egito, para agora defender os hebreus!? Matar um soldado egípcio!?
Entre as montanhas do Sinai, avistou uma moça tirando água para
as ovelhas de seu pai Jetro. Viu também quando foi atacada por homens que
passavam por ali. E aquele ímpeto instintivo de defesa dos fracos novamente o
devorou e investiu contra os agressores, que fugiram.
Ele acabou casando-se com a moça, chamada Zípora, e teve dois
filhos. Aquele sentimento confuso na cabeça de Moisés permaneceu durante os
quarenta anos que ficou naquela terra, pois acabou auxiliando o seu sogro, que
só tinha filhas e precisava de um homem para apascentar seu rebanho.
Pensava que poderia ter se dado bem na vida ao lado dos
poderosos opressores se não tivesse aquele sentimento pungente dentro do peito
de defesa dos fracos e oprimidos. E por vezes estes fracos e oprimidos não
compreendem e ainda se levantam contra o seu defensor, como foi com Moisés, que
teve de se exilar para não morrer.
Foi num dia destes que viu uma fogueira no monte que não se
consumia entre as sarças. Achou estranho e aproximou-se para entender melhor,
quando subitamente uma voz bradou do meio do fogo:
- Moisés, tira as sandálias dos seus pés, porque o lugar que
pisa é santo!
Era a voz de Deus. O Deus dos hebreus. O Deus de Abraão, Isaque
e Jacó. O mesmo Deus que o havia livrado da perseguição aos crentes na matança
das crianças. O mesmo que permitiu ele viver por dentro do palácio e ao lado de
Faraó, para que visse a descrença egípcia no Deus dos judeus.
O mesmo Deus que fez Moisés compreender que Faraó só queria o
povo para construir o império do Egito para o seu bem estar, mas não estimava o
povo, antes o tinha como uma casta inferior. Pirâmides e construções faraônicas
para o seu deleite e vaidade.
A História se repete.
Neste mesmo cenário, apocaliticamente este mesmo Deus
que chamou Moisés do meio do fogo chama homens com semelhante sentimento de
defesa dos fracos e oprimidos para libertá-los de um novo Faraó. Um Faraó que é
anticristo e que tem perseguido os descendentes de Abraão tanto na fé quanto
fisicamente, ou seja, tanto os cristãos quantos os judeus de Israel.
O Faraó Lula tem feito leis para aborto. Tem feito leis para
calar os evangélicos através do PLC 122, do PNDH 3 e do Kit Gay. Uma
perseguição velada. E desarmou a população para serem reféns de seus desmandos,
mesmo havendo perdido no plebiscito. Quer aprovar a legalização da maconha de
qualquer jeito, e deixa as fronteiras menos protegidas para a entrada de outras
drogas no país, pois a sua sucessora diminuiu a verba de segurança em R$ 1.6
bilhão. Além disto, Faraó Lula quer calar a imprensa e censurar a rede internet
para não divulgar nada contra seu império.

Está trazendo para o Brasil o Fórum Social Mundial Palestina
Livre para lançar manifesto que pretende desterrar os judeus de Israel, numa
perseguição velada ao povo de Deus. Se uniu com outros socialistas e opressores
do mundo inteiro, mas principalmente aqui na América Latina, onde formou a
UNASUL, órgão que quer unificar os governos sul-americanos, cuja capital será
na cidade de Cochabamba, Bolívia, conforme reza o Tratado Constitutivo da
Unasul, em seu Artigo 17, da Formação do Parlamento e sua sede. Veja o original
do Palácio Itamaraty em PDF aqui: http://www.itamaraty.gov.br/temas/america-do-sul-e-integracao-regional/unasul/tratado-constitutivo-da-unasul
Todos estes governos sul-americanos tornados em socialistas e
tendo Faraó Lula como o principal articulador do império de descrentes, ateus e
homossexuais, como previu as Escrituras Sagradas.
E o sonho do Faraó Lula vai ainda mais longe: ele quer ser
secretário geral da ONU. Por isto faz viagens para a África e Índia, entre
outros, a fim de reunir apoio de governantes dos países emergentes para seu
salto rumo ao império socialista e anticristão no mundo.
Deus chama os novos Moisés que já conheceram o cristianismo, e
já receberam milagres ou bênçãos de Deus, ou mesmo já foram salvos da morte. E
que já passaram pela esquerda socialista e conhecem as filosofias marxistas, ou
estiveram dentro do PT, ou filiados a outras agremiações esquerdistas, tentando
ajudar de alguma forma os fracos e oprimidos. Foram levados pelo sentimento de
defesa dos trabalhadores humilhados, explorados ou injustiçados, mas acabaram
vendo que o Faraó Lula e sua corte nefasta e corrupta usaram estas pessoas para
subir ao poder.
O marxismo usa deste sentimento de libertação para lutar contra
a religião e afastá-las de Deus. Usa os jargões panfletários e palavras de
ordem com efeito para atrair aqueles que tem os verdadeiros sentimentos de
honra, paz, justiça social, cidadania, família, etc. E infelizmente tem levado
a muitos para estarem lutando do lado errado e até contra o povo de Deus. E
pior: contra Deus.
Mas Deus disse a Moisés que o clamor do seu povo no Egito havia
chegado aos seus ouvidos, por isto estava ali, para chamá-lo. Deus queria
enviá-lo a Faraó para dizer-lhe que deixasse seu povo ir.
Ainda confuso, Moisés tentava encaixar as coisas físicas,
históricas, pessoais, sentimentais, políticas, filosóficas e espirituais
através de questionamentos a Deus. Como eu irei fazer isto? Ou como o povo
hebreu irá me aceitar? Ou como Faraó irá me receber?
Ora, os novos Moisés geralmente são pessoas estruturadas e
calejadas, que não irão ser sensíveis porque já conhecem todos "os três
lados da moeda": os hebreus, que são os cristãos; os egípcios, que são os
não cristãos, petistas, ateus, homossexuais, marxistas, Faraó Lula, e afins; e
o deserto, que foram as longas jornadas de lutas, muitas vezes se sentindo
sozinho no meio da multidão. Tentando se conectar com Deus, achar respostas,
sendo traído tanto pelos poderosos como pelos fracos e necessitados, que
recebem ajuda, e a maioria é ingrata, trai, decepciona.
Os cristãos evangélicos de hoje são os mesmos do Egito, que
estavam acomodados com a melancia, com a carne, os pepinos, etc. que havia
naquela sociedade aparentemente próspera, mesmo mediante as perseguições da
legislação e a corrupção dos governantes. Ou submetidos aos baixos salários que
recebiam para enriquecer Faraó e sua corte palaciana.
Sob um pseudo evangelho da Teologia da Prosperidade e até
desfrutando de cargos ministeriais no palácio do Faraó Lula, como a Igreja
Universal, dentre outras denominações, os evangélicos são os que mais se
revoltam contra os novos Moisés, pois não querem perder a melancia, a carne e o
pepino provenientes do próspero império, mesmo que sejam perseguidos religiosamente
pelo socialismo anticristão.
Mas Deus continua insistindo com Moisés para mostrar-lhe o seu
poder e a verdade bíblica, dizendo que jogasse seu cajado ao chão. E jogou
conforme Deus mandou, pelo que o cajado transformou-se em serpente. E depois pegou
pelo rabo, como o Senhor ordenou que fizesse, e ela tornou a ser um cajado em
suas mãos.
E não era incredulidade de Moisés, mas estas inúmeras questões
que lhe subiam à mente, queriam impedi-lo de obedecer a Deus, que desta vez
disse-lhe para meter a sua mão dentro da roupa. E o fez. E depois retirou a mão
cheia de lepra e branca, o que vendo isto Moisés temeu porque não havia cura
para a doença na época. Mas Deus pediu-lhe que voltasse a sua mão e a retirasse
em seguida. E a mão ficou sã.
Foram provas suficientes para que cresse que Deus estava com
ele. Assim como os novos Moisés precisam crer e ter experiências com o Deus que
se chama o "Eu Sou", como disse a Moisés que anunciasse a Faraó este
nome. E profetizasse também pragas no Egito, caso não obedecesse ao Deus dos hebreus.
Moisés disse que era pesado de boca e que não poderia falar a
Faraó, significando que não tinha tapas na língua, e falava as verdades sem
hipocrisia, diferente dos políticos e vários líderes evangélicos que são
bajuladores e mentirosos. Deus disse-lhe que enviaria seu irmão Arão, que o
auxiliaria.
Mas no Egito havia um espírito de incredulidade imperando, e
eles não acreditavam que este Deus pudesse fazer algo assim. É profético, pois
os novos perseguidores dos descendentes de Abraão também não acreditam que pode
haver um juízo.
Deus está chamando os novos Moisés para defenderem os cristãos
verdadeiros das mãos desta corja socialista anticristã. É tempo de sair do
deserto e crer que Deus está do lado. Temos visto estes novos Moisés se
levantando como o Ministro do STF, Joaquim Barbosa, ou o jornalista Reinaldo
Azevedo e seus companheiros da Revista Veja, Ricardo Setti e Augusto Nunes, o
Dr. Olavo de Carvalho, entre poucos que defendem a fé, a justiça, a família, a
moral, a ética, etc.
Pouquíssimos cristãos e lideranças evangélicas estão entre os
novos Moisés. A maioria é omissa e obtusa, e até votou na Faradisa Dilma e no
Haddad, em São Paulo. Crente não vota no PT. Crente que vota no PT é consoante
com o novo Egito e não se converteu ao Deus verdadeiro.
Os novos Moisés precisam se unir e se manifestar contra o
império das trevas que está se formando no Brasil, na América Latina, e no
mundo através da ONU. Não devem olhar pra ninguém, apenas àquele que os enviou,
o "Eu Sou". Certamente Deus fará vir pragas terríveis sobre a casa de
Faraó Lula, da Faradisa Dilma, e toda a corte do PT e de quem quer que for
atravessar na frente do povo verdadeiro do "Eu Sou"!
Que Deus os abençoe e dê-lhes força para pelejar contra o império
do novo Egito!
imagem cedida
http://blogdamariazinha.wordpress.com/2010/09/11/trofeu-mambembe-da-semana-o-lulopetismo-que-banaliza-o-mal-o-dolo-o-crime-e-a-corrupcao/